fbpx

História da Moda

historia da moda

História da Moda

Os seres humanos desde o começo passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinónimo de poder e status.

No período Bizantino, dava-se valor às túnicas. Os bizantinos da classe alta vestiam túnicas feitas de seda e decoradas com pérolas e pedras preciosas.

Enquanto que as classes inferiores usavam mantos simples e retangulares. Os acessórios deste período também ficaram famosos por mesclar referências góticas com ornamentos árabes e por conter muito dourado e símbolos religiosos.

Já os mais pobres usavam roupas na cor azul, que era feita com ureia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.

História da Moda nas Décadas de 1920 a 1950

Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquilhagem, a tendência era o batom.

A boca era carmim, em forma de coração. A maquilhagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.

OBS: A moda teve o seu marco nas décadas de 60 e 70, com a influência de “mods” “skinheads” que buscavam um meio alternativo de se vestir. Eles destruíam roupas clássicas e misturavam com roupas quotidianas, no entanto o mercado viu a necessidade de fazer roupas finas que atendesse aquele público que queria sair do clássico.

Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.

Foi uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.

História da Moda dos anos 1920

A silhueta dos anos 1920 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston – dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos.

As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a “la garçonne”, como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.

A sociedade dos anos 1920, além da ópera ou do teatro, também frequentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks.

As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.

Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres – um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.

Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.

Figurinistas da década de 1920

  • Jacques Doucet (1853-1929), um figurinista francês, em 1927, subiu as saias para mostrar as ligas rendadas.
  • Coco Chanel criou a moda dos cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos.
  • Jean Patou, estilista francês teve o foco na criação de roupas desportivas. Inclusive para a tenista Suzanne Lenglen. Também revolucionou a moda da praia, com seus maiôs.

Nos anos 1930 com a popularização dos desportes, novos modelos de roupas surgiram, como o short, que veio a partir do uso das bicicletas. Essa também foi à época dos maiôs, sweaters e óculos escuros, usados pelos astros de cinema.

Houve também a redescoberta das formas do corpo da mulher. As saias ficaram longas e os vestidos passaram a ter corte reto. As bolsas mantiveram um tamanho pequeno, mas no final da década, gradualmente foram ficando largas e mais sofisticadas, sendo fabricadas com diversos tipos de couro.

Nos anos 40, todas as atenções estavam voltadas para a segunda guerra mundial. A silhueta era em estilo militar, o corte reto e masculino, com casacos de ombros acolchoados.

As saias eram mais curtas e as calças compridas se tornaram práticas. Como o nylon e a seda estavam em falta naquela época, as meias finas desapareceram do mercado e foram trocadas pelas meias soquetes. Além disso, o tweed, tecido pesado e resistente, era muito usado pela população.

Foi na década de 40 que os calçados começaram a ser fabricados em massa. As indústrias trocaram o couro por materiais sintéticos e de borracha. Dessa forma, os estilistas começaram a incorporar nos calçados outros tipos de matérias, como cortiça e solados de madeira presos por grampos.

Nos anos 1950, com o fim da guerra, a mulher tornou-se mais feminina e glamurosa. Nesta época a silhueta feminina esteve presente e, com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância.

Outra forte tendência foi à vinda da moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças usavam saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans. Já o cinema lançou a moda do garoto rebelde, que vestia jaqueta de couro e calça jeans.

Ao final dos anos 50, a confeção se apresentava como a grande oportunidade de democratização da moda, que começou a fazer parte da vida quotidiana. O salto agulha passou a ser uma novidade e o acrílico tornou-se um novo tipo de material para calçados.

História da Moda nas Décadas de 1960 e 1970

Então As roupas nas décadas de 1960 e 1970, época dos hippies, transmitiam a paz e amor e os lemas da época eram por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.

Fonte: Wikipedia

Imagino que você também pode gostar de ler:

Sobre a Conceito Prisma

Conceito Prisma acredita que moda não deve ser baseada somente em tendências ditadas pelas passarelas, mas principalmente no comportamento humano. A Conceito Prisma é uma marca de moda inteligente. De tendências a peças essenciais, temos o que você precisa!

Nos propusemos a desenvolver produtos de qualidade, para fazer parte da sua rotina diária. Neste processo buscamos fornecedores alinhados com nossos princípios, que além de oferecer matéria prima de excelente qualidade, ofereça uma visão do mundo compartilhada com a nossa.

Nosso símbolo, o lápis herdado da Escola Prisma, representa aprendizado constante e evolução, família, paz, sabedoria, traduzindo assim a visão da marca, ele traz a simbologia e o conceito da Escola PrismaSeja a Paz, Sinta o Amor, Faça o Bem! Agradecemos a todos os nossos clientes, parceiros e amigos que nos ajudam todos os dias na concretização deste sonho que é a Conceito Prisma.

Conheça nosso Parceiro a Escola Prisma de Educação Infantil e Ensino Fundamental

Educação para a Vida | Aqui na Escola Prisma com o Método Montessori é a criança quem define seu próprio ritmo de aprendizagem. Conhecer a criança: identificar suas características, seu potencial, suas necessidades. Ter a certeza de que ela aprende fazendo. Escola infantil com Sistema de Ensino Montessori em Juazeiro-BA.

Matrículas Abertas | Fale com a Escola Prisma pelo WhatsApp

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

//
Nossa equipe está aqui para tirar suas dúvidas. Pergunte-nos qualquer coisa!
👋 Digite a Sua Dúvida!
Ao navegar neste site, você aceita os cookies que usamos para melhorar sua experiência.
Fale Conosco, me chama no ZAP